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Por Fabrício Ramos
Não é à toa que grandes nomes do esporte partiram para o mercado de palestras e estão fazendo sucesso também no mundo corporativo. As experiências dentro do campo renderam mais do que títulos e medalhas, algumas lições ficaram para a vida e agora são passadas de cima do palco.

Confira cinco pontos do futebol que devem ser trabalhados na sua empresa:

– Liderança
Time precisa de técnico e ponto. Seja um time de futebol, de vôlei, de basquete ou o time da sua empresa, um líder é fundamental para a organização e equilíbrio dessa equipe. Em um jogo da Copa do Mundo, o campeonato mais importante do esporte, vale analisar o comportamento dos técnicos. Além da parte técnica, é claro, eles ainda ficam encarregados de motivar e cuidar da harmonia da sua equipe, é isso que o seu time também espera de você!

– Trabalho em equipe
Um jogador sozinho não ganha jogo. Na sua empresa é exatamente assim: é preciso que todos os funcionários trabalhem juntos e tenham o mesmo objetivo. É importante que um jogador saiba a função e o ponto forte do outro, só assim saberá quando e como contar com ele.

– Lidar com frustrações
Não precisava ser um apaixonado por futebol para sentir o peso do 7×1 na última Copa. Não adianta, é do ser humano. Ninguém gosta de perder, mas é preciso estar preparado para as possíveis frustrações e saber como tirar aprendizados e incentivos desses momentos. Sua equipe não irá acertar o tempo todo, e tudo bem, a diferença é o que cada um faz após o erro. É preciso que os jogadores levantem a cabeça, analisem o que erraram, voltei aos treinos e estejam prontos para a próxima disputa.

– Colocar o planejamento em prática
Planejamentos administrativo, financeiro, de comunicação, ou qualquer outro, todos ótimos. Desde que efetuados, certo? Pois bem, assim como no futebol, as vezes a gente cria estratégias que muitas vezes não são colocadas em prática, seja por algum fator externo ou culpa nossa. Assim também são com os jogadores, eles passam meses treinando, estudando os adversários e criando estratégias para vencer o jogo, mas, quando o juiz apita, a história é outra e é preciso ter muito foco e disciplina para manter o planejado.

– Gerenciamento de crise
É necessário sempre avaliar todas as possibilidades negativas que podem ocorrer na trajetória. Exemplos: na Copa de 98, Ronaldo Fenômeno, teve uma convulsão horas antes da final contra os donos da casa, a França. O fato desestabilizou e prejudicou o desempenho todo o time e o resultado todo mundo já sabe: perda do título. Em 2014, Neymar Jr., a principal promessa do futebol recente, sofreu uma fratura na vértebra após receber uma joelhada do jogador colombiano Zúñinga. Assim como em 98, ter o “jogador essencial” machucado fora dos gramados e com a pressão da competição dentro do próprio pais, resultou em um time preocupado e desestruturado. Temos também o exemplo recente de Daniel Alves, um dos atletas que mais conquistou títulos no futebol internacional e estará fora da Copa do Mundo 2018. O lateral direito titular da seleção brasileira, com mais de 10 anos de experiência, sofreu uma lesão faltando mês do início dos jogos mundiais.

Esses fatos nos lembram o quão importante é não ficarmos na mão de um único “jogador” e ter em mente que imprevistos podem acontecer em todos os momentos. Faz parte do planejamento imaginar todos os cenários, sejam positivos ou negativos. O líder deve preparar seu time para os imprevistos, momentos de pressão e manter todos motivados mesmo em situações críticas, para que não seja refletido no rendimento e resultado final.

Sobre a Insperiência
Com o propósito de inspirar pessoas por meio de conhecimento, experiência, humanização, agilidade e customização, a Insperiência chegou ao mercado de educação corporativa há dez anos, com cursos abertos e in company, palestras e treinamentos presenciais e on-line, ministrados por profissionais e especialistas exclusivos como o coach em liderança, Alexandre Prates; o empreendedor e consultor de estratégia digital, Ricardo Cappra; o co-fundador da Azul Linhas Aéreas, Mark Neeleman; o jornalista Felipe Andreoli; a empresária Danieli Scapin e a campeã brasileira de vôlei, Virna Dias.

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O futebol tem muito a ensinar as empresas, sim!

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