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Nesse 27 de fevereiro comemora-se o Dia Nacional do Livro Didático, material essencial para que crianças de todo o Brasil possam aprender e estender os seus conhecimentos

“Papai
Rato rima com gato
Avestruz rima com luz
Filho rima com milho
– E mamãe, rima com o que?

Vejam meus filhos:
Não sou um escritor
O que importa
É ler e escrever muito
Sem saber o quê.”
(trecho do poema “Papai, vamos escrever uma poesia!” – Mauro Felippe – livro Nove)

Presente em todas as etapas da aprendizagem, desde o fundamental ao ensino superior, o livro didático é um dos mais importantes impressos para os estudantes de todo o mundo. Ainda em 2017, foram investidos 1,3 milhões de reais para distribuir 157 milhões de exemplares para 32 milhões de alunos. A previsão, na época, para 2018 era de 1,9 milhões de reais.

Esses números são apenas um exemplo de como obras didáticas são de extremo valor para a educação e formação de cidadãos. São com os ensinamentos presentes em suas páginas que crianças, jovens e adultos poderão compreender sobre as mais diversas disciplinas.

Veja bem, sem a educação que essas tenras obras propiciam às crianças (principalmente), não teríamos situações como a encontradas no meu poema “Papai, vamos escrever uma poesia!”, citado acima. É importante incentivar a educação, e do mesmo jeito é importante interagir com as crianças para que elas gostem da leitura, do aprendizado, e das maravilhosas descobertas que vivenciam na escola.

Sobre o autor: Natural de Urussanga/SC, o advogado Mauro Felippe já chegou a cursar Engenharia de Alimentos antes de se decidir pela carreira em Direito. Autor das coletâneas poéticas Nove, Humanos, Espectros e Ócio, já preencheu diversos cadernos em sua infância e adolescência com textos e versos, dos simples aos elaborados (a predileção pelo segundo evidente em sua escrita). As temáticas de suas obras são extraídas de questões existenciais, filosóficas e psicológicas que compreende no dia a dia, sendo que algumas advém dos longos anos da advocacia, atendendo a muitas espécies de conflitos e traumas. Por fim, pretende com a literatura viver dignamente e deixar uma marca positiva no mundo, uma prova inequívoca de sua existência como autor. Participante assíduo de feiras literárias, já esteve como expositor na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2016 e Bienal Internacional do Livro do Rio 2017.

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Dia do livro didático: A importância da educação

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