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O governo do presidente Jair Bolsonaro quer preservar R$ 495,5 milhões do Orçamento em 2021 para comunicação institucional. O montante representa, na prática, o triplo do que está previsto para 2020, cerca de R$ 124,5 milhões.

A verba do governo federal para publicidade oficial é alvo de investigação da Polícia Federal, que apura suspeitas sobre Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal do Brasil (Secom), acusado de corrupção e peculato .

Wajngarten não foi afastado do governo, mas sim movido de posto. Hoje, ele ocupa a secretaria-executiva do recriado Ministério das Comunicações, chefiado por Fábio Faria , deputado do PSD que tem forte ligação com o Centrão e é genro de Silvio Santos, dono do SBT.

Em agosto, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não há critérios técnicos claros para a distribuição de verbas publicitárias do governo federal . Na prática, o governo tem escolhido onde e como gastar o dinheiro de publicidade oficial, e já chegou, inclusive, a gastar milhões anunciando a reforma da Previdência, por exemplo, em canais infantis .

Em 2019, foram gastos aproximadamente R$ 230 milhões em publicidade oficial, valor bastante inferior ao que Bolsonaro deseja guardar para o ano que vem. O Ministério das Comunicações não detalha os gastos nem tampouco justifica o aumento expressivo, que representaria praticamente somar os gastos de 2019 e de 2020 com publicidade.

Fonte: undefined – iG 

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Bolsonaro quer triplicar verba de publicidade oficial e gastar R$ 495 mi em 2021

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