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Tecnologia blockchain garante a segurança das transações, mas é prudente se informar sobre como as corretoras armazenam seus bitcoins.

Rentável, moderno, chamado de “moeda do futuro”, o bitcoin é cada vez mais popular e desperta o interesse de quem está sempre em busca de novas alternativas de investimento. Só que o desejo de mergulhar neste universo por vezes vem acompanhado de certo receio com a segurança da criptomoeda. O sistema que gere as transações e as emissões de novas unidades da moeda garante, porém, sua confiabilidade.

É o chamado blockchain, um sistema revolucionário que pode ser comparado a um grande livro contábil do bitcoin e assegura o sono tranquilo dos portadores da criptomoeda. A tradução livre de blockchain é corrente de blocos. O nome deriva dos blocos de informações que são inseridos no sistema, dando conta das transações envolvendo a criptomoeda.

Cada novo bloco carrega consigo todas as informações dos blocos anteriores, o que impede que alguém faça transações com bitcoins “repetidos”. Tudo é fortemente criptografado e facilmente verificado pelos usuários. A tecnologia é tão eficiente que já vem sendo aplicada em outras áreas, como, por exemplo, para garantir o respeito aos direitos autorais na indústria da música.

Mesmo que a blockchain dê confiança às transações, há de se ter cuidado com a escolha das corretoras em que o usuário adquire bitcoins. É prudente verificar se a exchange (casa de câmbio para vender bitcoins a pessoas físicas) já opera no mercado há algum tempo e qual seu histórico.

Como é feito o armazenamento dos bitcoins é outro fator a ser considerado. No início deste ano, a morte de Gerald Cotten, CEO da corretora canadense QuadrigaCX, desencadeou um episódio emblemático da necessidade de descentralizar esse processo. Cotten era o único que possuía acesso aos mais de 190 milhões de dólares sob custódia de sua corretora. A partir de sua morte, os valores não puderam mais ser movimentados.

No caso da plataforma Atlas Quantum, que opera com compra e venda automática da criptomoeda, não há motivo para esse tipo de preocupação. O Atlas Quantum faz a custódia dos bitcoins em corretoras parceiras, que são avaliadas previamente antes de serem incluídas na operação. Somente as que apresentam excelentes níveis de segurança digital e jurídica são selecionadas. O sistema guarda os fundos em um cofre de senha multiassinatura. Assim, os valores não podem ser movimentados ou acessados por apenas uma pessoa, o que evita a repetição de um episódio como o da empresa canadense.

Não bastasse toda a segurança, o Atlas Quantum ainda conseguiu oferecer alta rentabilidade para os clientes nos últimos meses. O sistema da plataforma identifica variações de cotação do bitcoin em diversas corretoras e, quando aponta a oportunidade de um bom negócio, compra onde o bitcoin está barato e vende por um valor maior. O lucro vem dessa diferença nas cotações e tem sido significativo: só em 2018, o rendimento foi de 62,3%.

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Bitcoin é confiável? Entenda por que a criptomoeda é rentável e segura

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