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O governo do Equador enfrenta uma retaliação online por permitir que Julian Assange, fundador do WikiLeaks, fosse preso. O vice-presidente de tecnologias de informação e comunicação do país, Patricio Real, informa que houve mais de 40 milhões de ciberataques nos primeiros dias da prisão. Os ataques tinham como alvo sites importantes do país, como os do gabinete do presidente, do serviço de receita interna do país e do banco central.

Não há informações precisas da origem dos ataques, mas Real diz que eles vieram de países como EUA, Reino Unido, Áustria, Brasil, França, Alemanha e até do próprio Equador. Não parece ter havido qualquer tentativa de apagar ou roubar dados — apenas o intuito de derrubar os sites.

 O Equador já considerou Assange um aliado próximo — foi durante o governo do Presidente Rafael Correa, que garantiu asilo ao fundador do WikiLeaks na embaixada do país em Londres. Tudo mudou quando o país elegeu Lenín Moreno: ele considera Assange um “problema herdado do governo anterior”. Por isso, a embaixada passou a controlar seu acesso à internet e retirou alguns outros privilégios.

A ameaça de expulsão da embaixada foi feita há mais ou menos um ano. Por esse motivo, os ataques cibernéticos não são uma total surpresa, já que os defensores de Assange tiveram um ano para se preparar para este momento.

Via: Engadget

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Equador está sofrendo ciberataques em retaliação à prisão de Julian Assange

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